O Conselho Monetário Nacional (CMN) endureceu as regras para Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) ao proibir a compra de créditos judiciais não líquidos, certos e exigíveis. A medida visa aumentar a segurança e a transparência dos investimentos.
O que muda
Os FIDCs agora não podem comprar créditos que dependam de uma decisão judicial ou arbitral para serem recebidos. Isso inclui precatórios e outros valores que ainda estão em discussão judicial.
A nova regra também veda a aquisição indireta desses créditos por meio de outros fundos ou instrumentos financeiros. Fundos que já possuem esses créditos terão de seguir novas exigências de avaliação, precificação e transparência.
Por que há restrição?
Créditos judiciais podem ter um valor estimado, mas não garantem o recebimento real pelos fundos. A restrição visa evitar riscos desnecessários e melhorar a gestão dos investimentos.
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