George Russell vence o GP da Áustria | Melhores momentos | Fórmula 1 2026 A Fórmula 1 nunca deixou de estar em alta no Reino Unido, mas os pilotos britânicos serão presença maciça no GP da Grã-Bretanha como há muito tempo não acontecia: 30 anos, para ser mais preciso. A corrida em Silverstone terá cinco pilotos disputando em casa pela primeira vez desde 1996, com uma marcante diferença de gerações que torna a reunião ainda mais especial. Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp Britânicos da F1 2026 protagonizam GP da Grã-Bretanha Infoesporte Hoje, a F1 conta com 22 pilotos.
O quinteto britânico representa mais ou menos um quarto do grid, o que faz do Reino Unido maioria: mais que os três franceses (Pierre Gasly, Isack Hadjar e Esteban Ocon), os dois espanhóis (Fernando Alonso e Carlos Sainz), e os outros 13 países representados por um único piloto. O GP da Inglaterra de 1996 teve Damon Hill (Williams), David Coulthard (McLaren), Eddie Irvine (Ferrari), Martin Brundle (Jordan) e Johnny Herbert (Sauber) correndo em casa . O mais velho era Brundle, com 37 anos, mas Hill, Irvine e Herbert faziam parte da mesma geração.
Coulthard, aos 25, era o mais novo. Damon Hill no GP da Inglaterra da F1 em 1996 Ercole Colombo/Studio Colombo/Getty Images Encontro de gerações na pista Em 2026, o contraste fica evidente nas três gerações de britânicos na categoria. Aos 41 anos, o heptacampeão Lewis Hamilton segue representando a leva de pilotos que chegaram à Fórmula 1 no início dos anos 2000 - ele estreou em 2007, quase 20 anos atrás, com a também inglesa McLaren.
Já George Russell, aos 28, e Lando Norris, com 26, vivem o auge de suas carreiras; eles entraram na F1 no fim da última década, em 2019, e por coincidência, seguiram os passos do veterano Hamilton ao começarem por uma equipe britânica: Russell com a Williams e Norris, pela McLaren. Hamilton, Russell e Norris fecham pódio 100% britânico em Barcelona Mark Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images Oliver Bearman, da americana Haas, representa a nova geração da F1. O primeiro estreou na temporada passada e tem apenas 21 anos; antes, disputou três corridas como substituto em 2024, na Ferrari e na própria Haas.
Com a escuderia italiana, ele chegou em sétimo no GP da Arábia Saudita: tornou-se primeiro britânico na Ferrari desde Eddie Irvine em 1999 (antecedendo o próprio Hamilton, que só chegou em 2025), e ainda foi o terceiro mais jovem a pontuar na história da F1 na época. Arvid Lindblad, da Racing Bulls, é ainda mais jovem: do alto de seus 18 anos de idade, o adolescente também traz o orgulho de suas raízes indianas para Silverstone, competindo pela ítalo-austríaca Racing Bulls. Nascido em 2007, quando o compatriota Hamilton disputava o título com o espanhol Fernando Alonso, Lindblad correrá em casa pela primeira vez como piloto da F1 neste domingo.
Lewis Hamilton cumprimenta Arvid Lindblad no GP da Austrália da F1 em 2026 Simon Galloway/LAT Images A velha guarda Hamilton, o recordista Não é a toa que o veterano da Ferrari batiza a reta principal do Circuito de Silverstone: ele é recordista absoluto de vitórias no GP da Grã-Bretanha, com nove conquistas.
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