Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (23). Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem?
Envie para o g1 ▶️ O avanço do petróleo em meio à escalada do conflito no Oriente Médio segue no centro das atenções. Com a continuidade dos ataques entre na região, a commodity voltou a ficar próxima ao patamar de US$ 100 o barril, mesmo após a afirmação de que o Omã media negociações com a Arábia Saudita, partidos iemenitas e um enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU). O tráfego reduzido no Estreito de Ormuz continua a trazer temores sobre uma interrupção na oferta global de petróleo.
Perto das 8h40, o barril do Brent, referência internacional, subia 4,94%, cotado a US$ 98,72. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, avançava 4,50% no mesmo horário, cotado a US$ 90,74 por barril. ▶️ O novo tarifaço do presidente americano, Donald Trump, também fica no radar.
Na véspera, a nova taxa adicional de 25% sobre produtos brasileiros entrou em vigor, e a expectativa é que uma nova alíquota, entre 10% e 12,5%, seja anunciada em breve para cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. ️O cenário aumenta a pressão sobre o governo brasileiro, que segue em conversa com os setores afetados e avalia como reagir às tarifas. ▶️ A temporada de balanços corporativos também deve mexer com as bolsas globais nesta quinta-feira (23).
As ações da Alphabet recuava no pré-mercado, após a companhia elevar sua projeção de investimentos, reforçando os gastos com inteligência artificial e reacendendo preocupações sobre o elevado custo para expansão da infraestrutura do setor. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: -1,17%; Acumulado do mês: -2,16%; Acumulado do ano: -7,97%.
📈Ibovespa Acumulado da semana: +2,21%; Acumulado do mês: +3,21%; Acumulado do ano: +10,19%. Nova taxa dos EUA deve ser anunciada em breve A tarifa adicional de 25% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros exportados ao país entrou em vigor ontem. A medida foi anunciada após uma investigação do governo Donald Trump concluir que o Brasil adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os EUA.
As justificativas foram amplamente contestadas pelo governo brasileiro, que considera a medida uma tentativa de interferência em temas internos e considerados inegociáveis. A expectativa, agora, é que uma nova taxa — que deve ficar entre 10% e 12,5% — seja anunciada nos próximos dias para cerca de 60 países, incluindo o Brasil. Nesse caso, a justificativa gira em torno de outra investigação dos EUA, que concluiu que essas nações adotaram práticas comerciais desleais ao não impedirem o comércio de produtos fabricados com trabalho forçado.
Na véspera, o representante do comércio americano, Jamieson Greer, voltou a afirmar que práticas de desmatamento no Brasil colocam agricultores americanos em desvantagem competitiva, justificando que os baixos padrões ambientais que existe em outros países "justificam tarifas mais altas". O tema já foi amplamente refutado pelo governo brasileiro.
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