CEO afirma que mercado e riscos judiciais são suficientes para proteger tecnologia
Na terça-feira (15), Mark Zuckerberg, CEO da Meta, rejeitou pedidos para pausar ou desacelerar o avanço da inteligência artificial (IA) da empresa. Para ele, as regras do mercado e a ameaça de processos judiciais são suficientes para proteger a tecnologia.
Zuckerberg argumentou que as pessoas não usariam agentes que não se alinhem com suas expectativas, o que incentiva os laboratórios a desenvolver modelos mais alinhados. Ele também defendeu auditorias externas e a formação de grupos de avaliação mais diversificados.
Desafios na indústria
A discussão sobre a IA também envolve a capacidade do setor se fiscalizar. Empresas como OpenAI, Anthropic e Google consideram criar um grupo conjunto para definir regras para o setor.
A Meta planeja investir até US$ 145 bilhões em sua estrutura de tecnologia este ano e combate qualquer lei ou norma que possa desacelerar seus negócios.
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