Uma investigação da WIRED revelou detalhes sobre um programa de policiamento preditivo em Bristol, na Inglaterra, que utiliza 23 modelos diferentes ao longo de mais de uma década. O objetivo é avaliar a probabilidade de indivíduos específicos cometerem ou serem vítimas de crimes. Os dados foram obtidos por meio de pedidos de registros públicos e outras reportagens, evidenciando um aparato de aplicação da lei complicado que impacta a comunidade local, embora a maioria das pessoas na área não tenha conhecimento sobre isso.
Após a exposição das identidades dos membros do grupo privado 'Dialog', fundado por Peter Thiel, a organização alegou que um hacker “criminal” foi o responsável pela violação. No entanto, evidências indicam que as informações pessoais dos membros, incluindo dados de um oficial de inteligência da Casa Branca e de um oficial de operações especiais em serviço, estavam acessíveis publicamente devido a uma configuração inadequada do site do Dialog.
Enquanto isso, o LastPass, um conhecido gerenciador de senhas, enfrentou uma nova violação de dados, informando os clientes sobre o roubo de nomes, números de telefone, endereços de e-mail e dados de suporte. O ataque resultou de uma violação na Klue, uma empresa de inteligência de negócios, que comprometeu tokens de acesso. O LastPass afirmou que não houve comprometimento de sua própria infraestrutura.
O ex-conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, John Bolton, se declarou culpado por manter informações de defesa classificadas, podendo evitar a prisão com um acordo que prevê uma pena de até cinco anos. Em um contexto mais amplo, a Microsoft e a Europol anunciaram a desarticulação de infostealers que facilitam crimes cibernéticos, enquanto a Austrália revelou a presença de hackers de estados-nação em sua infraestrutura crítica.
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