O meia Pedri, destaque da seleção espanhola, revelou seu desejo de repetir o feito de Andrés Iniesta, que marcou o gol da vitória na final da Copa do Mundo de 2010. Em entrevista ao jornal espanhol AS, o jogador de 23 anos falou sobre suas aspirações e a importância de manter a calma diante dos desafios da competição, especialmente a próxima partida contra Portugal.

Comparações com Iniesta e a pressão do momento

Pedri, que tem sido comparado a Iniesta devido ao seu estilo de jogo, aceitou a responsabilidade que vem com essas comparações. "Eu já sonhei com isso, sonhei muitas vezes. Qualquer um que está aqui concentrado já sonhou em marcar esse gol. Mas ainda falta muito para chegar a uma hipotética final, é preciso manter os pés no chão", afirmou. O jovem meia, que atua no Barcelona, também destacou a influência de Iniesta em sua carreira, lembrando que o ídolo foi fundamental na conquista da Copa de 2010.

"A Copa que eu mais me lembro é a que ganhamos (2010). Eu tinha oito anos e me lembro de alguns jogos, principalmente da final. Todo mundo se lembra, claro. E eu escolheria o Iniesta como jogador favorito", disse Pedri, que usa a camisa 8 no Barcelona, assim como seu ídolo.

Desempenho da Espanha e expectativas para o clássico ibérico

A Espanha, uma das favoritas ao título mundial, começou sua campanha no Mundial de 2026 com um empate sem gols contra Cabo Verde, seguido por vitórias sobre Arábia Saudita, Áustria e Uruguai, totalizando oito gols marcados e nenhum sofrido. "Está sendo um Mundial muito complicado, muito acirrado. Muitas seleções que, a princípio, eram favoritas começam perdendo os jogos", comentou Pedri.

O próximo desafio da Espanha será contra Portugal, em um clássico que promete ser emocionante. "Somos duas seleções grandes, que buscam ganhar a Copa. Somos duas das favoritas. Será uma partida bonita e muito disputada", afirmou o meia, que também ressaltou a importância de se movimentar e trabalhar em equipe para superar o meio de campo português.

Além disso, Pedri, que foi eleito o melhor jogador jovem do mundo em 2021, dedicou o prêmio à sua equipe, enfatizando que os títulos coletivos são mais importantes do que prêmios individuais. "Todo mundo sonha em erguer a Bola de Ouro, mas eu gosto mais de títulos coletivos", concluiu.