Políticos de diferentes espectros ideológicos se manifestaram nas redes sociais no último domingo (5.jul.2026) após a eliminação da seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo de 2026. A equipe, sob o comando do técnico italiano Carlo Ancelotti, foi derrotada pela Noruega por 2 a 1, encerrando sua participação no torneio.
Criticas a Gilmar Mendes e Neymar
O senador Sergio Moro (PL-PR) utilizou sua conta no X para criticar o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Ele afirmou: “CBF controlada pelo Gilmar não tem como dar certo, apesar da torcida brasileira”.
Por sua vez, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou um vídeo defendendo o jogador Neymar e direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Eu vou falar o que todo mundo tá pensando, né? E se o Neymar estivesse desde o 1º tempo pra bater o pênalti, ele erraria? Amigo, não erraria, não”, disse Nikolas, acrescentando que a eliminação precoce foi resultado de falhas na liderança.
Comparações e críticas ao desempenho da seleção
O ex-ministro de Minas e Energia no governo Jair Bolsonaro, Adolfo Sachsida, também se manifestou, comparando o desempenho de Ancelotti à gestão do governo Lula. “Com todo o respeito, ele tem 5 Champions League, sei lá, mas foi mal na seleção brasileira. É o PT, cara, ele faz tudo errado e deu uma sorte danada e as coisas deram certo”, declarou Sachsida em vídeo.
O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) chamou o Brasil de “país de merda” e criticou a seleção, afirmando que o jogo foi uma representação dos problemas do país. “O Brasil é o Neymar provocando o goleiro depois de fazer um pênalti inútil que já não levaria a seleção para lugar nenhum”, disse Kataguiri.
Enquanto isso, o deputado Glauber Braga (Psol-RJ) também criticou Neymar, afirmando que o jogador “prefere rir da cara do goleiro do que pegar a bola correndo e levar pro meio do campo”.
Em contrapartida, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) fez um vídeo em que, embora não tenha citado nomes, disse que o “futebol brasileiro precisa voltar a ser dos brasileiros” e defendeu a proibição das apostas.
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