O Vasco protocolou nesta quarta-feira um pedido para que a Justiça revogue a decisão que determinou a intervenção na SAF e restabeleça a estrutura de governança da empresa. Na manifestação, o clube argumenta que a medida produziu efeito contrário ao pretendido e provocou uma "paralisia institucional sem precedentes". + Vasco encaminha a contratação do técnico Fernando Seabra Entre os pedidos, o Vasco solicita o retorno dos três membros do Conselho de Administração afastados pela decisão judicial, o fim da nomeação da interventora — que renunciou ao cargo nesta semana — e a retirada da exigência de anuência da 777 Carioca para uma eventual venda das ações da SAF.
Bandeira do Vasco Matheus Lima/Vasco 28. POSTO ISSO, com fundamento nos arts. 337, X, 493 e 494 do CPC, no art.
22-B da Lei nº 9.307/1996 e no art. 6º, §9º, da Lei nº 11.101/2005, o CRVG requer a esse MM. juízo a integral reconsideração da r.
decisão de Ev. 14, para que, revogada a medida: (i) sejam restabelecidos os membros do Conselho de Administração da Vasco SAF afastados (Srs. Pedro Paulo de Oliveira, Christiano Borges Stockler Campos e Felipe Passos Elias); (ii) seja restabelecida a plena prerrogativa do CRVG, como acionista controlador provisório investido por decisão transitada em julgado, de recompor a administração da Vasco SAF e praticar os atos societários próprios de sua condição; (iii) sejam cancelados os efeitos da nomeação da Gestora/Interventora Judicial, providência hoje puramente declaratória diante da renúncia apresentada em 30.06.2026; e (iv) seja suprimida a condicionante que subordina à anuência da 777 Carioca a alienação das ações da Vasco SAF.
Na petição, o clube afirma que a intervenção inviabilizou o funcionamento do Conselho de Administração. Segundo o documento, com o afastamento de três conselheiros restou apenas um membro em exercício, sem quórum para deliberações, enquanto o CRVG está impedido de indicar novos integrantes por força da própria decisão judicial. + ✅Clique aqui para seguir o canal ge Vasco no WhatsApp O Vasco sustenta ainda que a medida comprometeu negociações importantes em meio à janela de transferências e dificultou o processo de busca por um novo investidor para a SAF.
O clube cita, inclusive, relatório da própria interventora, segundo o qual a venda da sociedade é um interesse comum do CRVG, da 777, de funcionários e da torcida. O ge trouxe na última terça-feira que o Vasco tinha acordos para contratar Franclim Carvalho e Nelson Deossa, mas que as negociações não foram concretizadas por falta de segurança jurídica das partes. Para o Vasco, há uma contradição ao exigir a anuência da empresa para uma eventual alienação da SAF enquanto seus direitos políticos seguem suspensos.
Trecho do documento do Vasco Reprodução Além da reconsideração da decisão, o Vasco pede que a Justiça determine que a 777 Carioca comprove documentalmente os poderes de representação de Mark Shapiro, signatário da procuração apresentada no processo. Segundo o clube, os documentos juntados não seriam suficientes para demonstrar a legitimidade da representação da empresa estrangeira. Pedido do Vasco na Justiça Reprodução 🗞️ Leia mais notícias do Vasco 🎧 Ouça o podcast GE Vasco 🎧 Assista tudo sobre o Vasco no ge, na Globo e no SporTV:
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