O ex-jogador Cafu, capitão do time que conquistou o pentacampeonato, expressou sua tristeza pela eliminação da seleção brasileira na Copa do Mundo 2026. O Brasil foi derrotado pela Noruega nas oitavas de final, em um jogo realizado no domingo (05), o que gerou um sentimento de decepção entre os torcedores e ex-atletas.

Cafú reflete sobre a derrota

Em uma mensagem longa publicada em suas redes sociais, Cafu compartilhou seus sentimentos após a derrota e refletiu sobre a trajetória da seleção. Ele destacou que a dor da eliminação não é apenas pelo desempenho da equipe em campo, mas também pela expectativa de milhões de brasileiros que aguardam ansiosos por mais uma conquista. "Dói, e muito. Senti essa dor em 1998 e em 2006. Não é só pelo time que está em campo, é pelos milhões de brasileiros que esperam de nós a alegria única de poder colocar mais uma estrela no peito", escreveu.

Aprendizados e esperanças para o futuro

Cafu também mencionou que a trajetória da seleção é marcada por altos e baixos. Ele recordou que a derrota em 1998 não impediu que o Brasil se tornasse campeão em 2002, e que ser campeão em 2002 não garantiu a vitória em 2006. "Baixar a cabeça em 98 não nos faria campeões em 2002 e ter sido campeões em 2002 não nos fez ganhar de novo em 2006", afirmou o ex-jogador.

A seleção brasileira, apesar da tristeza pela eliminação, é chamada por Cafu a continuar acreditando. Ele ressaltou que a Copa do Mundo não é decidida por sorte, mas por um conjunto de fatores que levam à vitória ou à derrota. "Hoje perdemos, voltamos pra casa, tristes, muito tristes, porque mais uma vez acreditamos. E agora? Acreditaremos novamente! Isso faz de nós uma seleção vencedora, com 5 estrelas na camisa mais grandiosa da história do futebol", declarou.

O ex-capitão concluiu sua mensagem reforçando a importância da torcida e a esperança de que a seleção volte a brilhar em futuras competições. "A nossa torcida é nosso maior troféu. Seguimos em frente, como seguimos em tantos outros momentos, de cabeça erguida e com a certeza de que temos a chance de escrever mais uma grande história em 2030".