As forças do Comando Central dos EUA (Centcom) conduziram uma série de ataques contra o Irã nesta quarta-feira (8), visando desmantelar a capacidade do país de atacar navios comerciais e civis no Estreito de Ormuz. De acordo com o comunicado das forças americanas, cerca de 90 alvos estratégicos foram atingidos ao longo da costa iraniana, incluindo sistemas de defesa aérea e infraestrutura militar.
Consequências dos ataques
Valiollah Hayati, vice-governador de Khuzestan, informou que três pessoas perderam a vida e várias outras ficaram feridas em decorrência dos bombardeios na periferia de Ahvaz, conforme noticiado pela agência iraniana Irna. Este ataque foi uma continuação de uma ofensiva iniciada na noite anterior, quando aproximadamente 80 alvos foram bombardeados, incluindo mais de 60 embarcações do Corpo da Guarda da Revolução Islâmica.
O governo americano justificou a retaliação como uma resposta direta à violação de um acordo de cessar-fogo pelo Irã, que atacou três embarcações comerciais que navegavam pelo Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o comércio global e transporte de petróleo.
Ameaças e escalada de tensão
Após os ataques, a Guarda Revolucionária do Irã ameaçou retaliar contra bases militares americanas na região, afirmando ter assumido a responsabilidade por ataques no Bahrein e no Kuwait. Além disso, uma fonte de segurança iraniana indicou que o país fechará o Estreito de Ormuz caso novos ataques sejam realizados.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também se manifestou sobre a situação, declarando em coletiva de imprensa que o acordo com o Irã
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